Ao projetar um espaço, o arquiteto consegue imaginar e entender como vai funcionar o ambiente, e os materiais que devem ser utilizados. O problema é que os clientes e os responsáveis pela execução do projeto não tem a mesma visão que o arquiteto, e decidem fazer paredes, revestimentos, portas e janelas por conta própria, o que acaba por modificar parcial ou completamente a idéia original concebida pelo arquiteto, além de gerar inúmeros problemas por se comprar matérias inadequados, de má qualidade ou tamanhos incompatíveis com o local projetado. Muitas vezes acaba sendo necessária a troca de materiais gerando custos ainda mais elevados para o cliente.
Isso acontece frequentemente por conta da falta de especificações dadas pelo arquiteto. Assim percebemos a importância de se especificar os materiais e até mesmo os métodos construtivos a serem utilizados. Cada projeto tem necessidades particulares quanto aos revestimentos e demais materiais, e é função do arquiteto mostrar essas necessidades ao cliente para evitar custos adicionais ou transtornos para ambas as partes.
Nas especificações, devem constar os tipos de materiais, com suas informações técnicas e propriedades (dimensões, cor, etc.), explicações sobre a aplicação do material, exemplificar com catálogos de marcas de boa qualidade para que o cliente saiba aonde encontrar os materiais especificados. Lembrando que cabe ao arquiteto trabalhar dentro dos limites do orçamento previsto para o projeto.

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